Mandinga de Escravo da Época Colonial


Se salvem os mestres que ensinam a Capoeira,
Com arte e técnica para que vivos por Deus
Com o corpo em jogo, da vadiação e da brincadeira
Sermos peregrinos, aprendizes nas rodas e nos céus

Onde vibra o axé, com a ginga da pertença,
Na liberdade e na destreza da cultura-mundo
Nos fundamentos do actvismo da diferênça,
Pela experiência da viagem e amor profundo

Consumado em êxtase nos caminhos totais
Do fértil movimento planetário de origem africana,
Consagramos as expressões físicas e mentais
De sermos jogadores e camaradas em raiz humana

Capoeira, riqueza dos povos e poder cultural,
Arte e mandinga de escravo da época colonial.

Graduado Mutante